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Pesquisa Dia dos Namorados: lojistas acreditam que consumidores devem gastar entre R$ 50 e R$ 100

Data: 09/06/2017
Fonte: CDL na Mídia


Os empresários da capital mineira esperam que as vendas para o Dia dos Namorados, neste ano, tenham um tíquete médio no valor de R$ 133,13. Segundo dados da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), a maioria dos comerciantes entrevistados (31,7%) prevê que o consumidor deve gastar entre R$ 50 e R$ 100. Entretanto, a pesquisa foi realizada entre os dias 26/04 e 12/05, ou seja, antes dos últimos acontecimentos políticos, fato que poderá impactar a opinião dos empresários daqui pra frente.


Ainda de acordo com o levantamento, o comércio espera um faturamento de R$ 2,04 bilhões, o que representa um crescimento de 1,02% nas vendas do mês de junho, em relação ao mesmo período de 2016.


Para 65% dos entrevistados, a expectativa para a data neste ano é positiva. “Após três anos de pouco otimismo, em 2017 os lojistas voltaram a acreditar que a data pode ser uma boa oportunidade para alavancar as vendas”, afirma Bruno Falci, presidente da CDL/BH. Os empresários mais confiantes são dos segmentos de vestuário, calçados, cosméticos, perfumarias e óticas.


Roupas devem ser os produtos mais procurados


Segundo os empresários, os principais presentes pelos quais os consumidores devem optar são: roupas (30,3%); calçados (16,4%); relógios, joias, semijoias e bijuterias (14,5%); bolsas e acessórios (7,2%); óculos de sol e grau (6,6%); perfumes, hidratantes e cosméticos (5,9%); eletrodomésticos, eletrônicos e móveis (5,3%); flores, cestas, kits e bombons (4,6%); urso de pelúcia, cartões, itens personalizados (3,3%); pijama, roupa íntima e lingerie (2,0%); livros (2,0%); cama, mesa e banho; artigos esportivos e aliança (0,7% cada).


Promoções e divulgação dos produtos estão entre as principais estratégias para alavancar as vendas


As promoções, ofertas e liquidações continuam sendo, na opinião da maioria dos empresários (27,1%), as melhores estratégias para atrair os clientes. Divulgação dos produtos vem logo em seguida (24,7%), precedido por decoração da loja (18,8%). Demais opções citadas: atendimento qualificado (9,8%); oferta de produtos diferenciados (5,9%); distribuição de brindes (3,5%); flexibilidade, facilidade de pagamento (3,1%), qualidade e mix de produtos (2,4%). Ainda não sabe (4,3%) e nenhuma (2,7%).


Entre as formas de divulgação efetivas mais citadas pelos lojistas estão: cartazes e faixas na vitrine (20,2%); instagram (19,4%); whatsapp (16,9%); facebook (16,5%); site da empresa (6,6%); boca a boca e TV (3,3% cada); carro de som (2,9%); jornal impresso (1,2%); rádio e revista (0,8% cada) e email marketing (0,4%).  Ainda não sabe (4,5%) e não vai divulgar (2,9%).


Formas de pagamento


Ainda de acordo com o levantamento, para a maioria dos lojistas entrevistados (76,7%), a forma de pagamento mais utilizada pelos consumidores será o parcelamento no cartão de crédito em até cinco vezes, seguida por à vista no cartão de crédito (12,5%). Outras opções citadas foram: cartão de débito (3,3%); parcelado no cartão da própria loja (2,5%); dinheiro (1,7%); parcelado carnê/crediário; à vista no cheque, parcelado no cheque e parcelado no boleto representam 0,8% cada.


O que pode ajudar ou prejudicar as vendas no Dia dos Namorados


Na opinião dos comerciantes, entre as alternativas que podem ajudar a alavancar as vendas no Dia dos Namorados estão: liquidação/promoção/oferta de produtos (33,3%); aumento do emprego (23,9%); saque FGTS das contas inativas (10,3%); queda na inflação (6,8%); queda dos juros (6,0%); quitação de dívidas/redução da inadimplência e melhor divulgação dos produtos (4,3% cada); outros (11,1%).


Questionados se o saldo do FGTS liberado pelo governo terá algum impacto nas vendas do Dia dos Namorados, a maioria dos comerciantes (45,8%) acredita que haverá pouco ou nenhum impacto. Outros 34,2% disseram que haverá muito impacto ou um impacto médio. Já 20,0% responderam que estão indiferentes.


Em contrapartida, as opções que podem prejudicar as vendas, segundo os lojistas, são: desemprego (40,7%); diminuição da renda dos trabalhadores (15,3%); permanência da crise econômica (14,4%); inadimplência elevada (11,9%); falta de agilidade e cordialidade no atendimento (7,6%); aumento do preço dos produtos (5,9%); concorrência (3,4%) e falta de estoque (0,8%).

Metodologia – Foram entrevistados 120 empresários de Belo Horizonte e Região Metropolitana, no período de 26 de abril a 12 de maio de 2017.

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